|Monday, January 30, 2006|

Me dêem um "R"

R
E
P
Ah... Não vou enrolar...
Eu chamo isso de repostagem...
E depois deste post vou ter certeza absoluta que não vou ter mais nada para falar por aqui...
(não com a palavra "banheiro", pelo menos)
***
É uma festa. Alguém tem o nome de origem judaica. Falam dos nazistas. 'Mas que horror!', 'O Hittler era uma conseqüência, o pai dele era alcólatra e sua e um judeu dava pra mãe dele! A culpa foi da mãe dele!', 'Bem que podia baixar um nazismo para acabar com esses favelados aqui no Brasil'.
*Que medo! O silêncio paira pelo ar... Em um raio de 4 metros todos estão paralizados. O cara fica com cara de 'ops, falei merda, ambiente errado'. Embora eu aprecie lugares silenciosos, não suporto 'silêncio de gente', como os de elevador...
Para quebrar o gelo na tentei desviar o assunto falando:
"Onde é o banheiro?", e outras estórias non-sense.
Sim, esta é a pergunta mais indiferente para desviar as conversas chatas... Silêncio constrangedor? Conversa chata? Esporrinho?
"Onde é o banheiro?" é a solução! Mas há certas conseqüências...
No banheiro você fica ensaiando a cara de Saí-do-banheiro... Ao chegar em casa se culpa "Eu fui tão falso assim?", "Como pude fazer isso? Me escondi em perguntas insípidas para fugir da realidade! Mimimimimimi, lenga-lenga-lenga! ". Reclama com sua mãe por não ter uma Bíblia em casa, para ler sobre outros caras malvados que foram pro céu. É por isso que se deve desconfiar de pessoas que andam com Bíblias!

Hoje mesmo, voltando de viagem, comendo em um restaurante beira-de-estrada... A discussão amena sobre a 'picanha suina'[?] de cor ligeiramente acizentada e do coração de galinha anormalmente pequeno. A discussão era adequada ao ambiente-almoço, fazíamos apostas do tipo "O coração é de passarinho ou rato?".
Eu não liguei para isso, nem para o suco de laranja com cara de feito-ontem... Mas quando vi que o meu prato custou R$6,25 não resisti "Por favor, onde é o banheiro?". No banheiro tive planos diabólicos enquanto cantava "Ha-ha-ha, minha machadinha!". Saí do banheiro. Peguei o prato e caminhei em passos exibidos até A Balança. Antes de colocar o prato n'A Balança, olhei para o mundo a minha volta. Não, não vi minha vida se passando diante dos meus olhos, apenas fiquei observando os cozinheiros, garçons, e atendentes; eles diziam "Não faça isso!" com os olhos.
Preço R$: 1.18
"Vitória! Vocês perderam!"
Não pude deixar de reparar a Bíblia aberta ao lado do caixa...
Ele era instruído a roubar 1.18 dos que passassem por lá...
Ele queria se redimir??
Desde então [hoje] desconfio dos homens que andam com Bíblias...

::Filosofado por Pedro Bento - 4:51 PM - | ::


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|Saturday, December 10, 2005|


Eu sei que ninguém entra aqui. e que quase ninguém posta aqui. Até eu me revoltei com esse blog e parei por um tempo, veja só.

Mas é que eu lí um livro muito bom, A Fantástica Fábrica de Chocolate.
É o tipo de livro que fez você viajar legal na maionese, morrer de vontade de comer chocolate e viver num mundo onde os chocolates do Willy Wonka realmente existam. E o melhor, o Willy Wonka aparace como um ser simpático, não como uma criatura do mal que fica tramando contra as criancinhas.
Esse livro é tão bom que lí não uma, mas algumas vezes. E já faz um tempinho que lí pela última vez, porque agora ele está dentro duma caixa preparando-se para ir para o Rio de Janeiro. E o motivo de estar aqui falando do livro, é que eu ví o filme.

Como vocês podem ver no pôster acima, faz opuco tempo que a segunda versão desse maravilhoso livro foi lançada. Quanto ao filme, eu defino em duas palavras: UMA MERDA.

Não tem a musiquinha do Ompa Loompa (ompa, loompa, loompa din dun) e eles modaram simplesmente TODAS as músicas do livro. Ahn, mudaram o livro inteiro, também. Aposto que alguém que leu apenas um resumo resumidíssimo do livro fez esse roteiro de merda.
"Ah, um cara lá, Willy Wonka, tem uma fábrica quye tava fechada, né. Aí abriu a fábrica, né. Aí mandou 5 convites de ouro pelo mundo todo, né. Aí, sei que lá, sei que lá, sei que lá. Aí, as cinco crianças que ganharam foram pra fábrica. Um gordão, um viciado em tv (e nessa hora o cara pensou "Opa! Viciado em tv deve ser nerd!", como se as pessoas viciadas em tv fossem deveras inteligentes) , uma que mascava chiclate o tempo inteiro, uma mimadinha e o Charlie, que é o herói, né. Aí, tipo assim, os 4 se f... (tem que ter esse detalhe) de um jeito ou de outro, então o charlie ganha a fábrica. ah, e os bichinhos bonitinhos que trabalham na fábrica ficam tipo assim, cantando, enquanto as crianças se fo... ops. . "

O filme deixa MUITO a desejar. Atuações péssimas, o Willy Wonka travestido para a parada GLS, o PAI MAU do Willy Wonka. Eu, que lí o livro algumas muitas vezes, não fazia idéia que o pai do Willy estava vivo, vejam só que estranho.

Sem falar que os Ompa Loompas são todos iguais. E NÃO PODEM SER. eles são pessoinhas diferente, caramba. e não ví as crianças Loompas uma única vez. E que história é aquela de "Para cima e Além"? ai, MATEM o maldito diretor retardado desse filme.

A única coisa que se pode dizer de bom desse filme, é o cenário. Oh, sim. Está uma beleza. Até chocolate de verdade eles usaram pra fazer o rio ( O da primaira versão parece água suja. E não duvido que seja). Muito parecido com o que eu imaginei, muito legal. =)

ahn, acho que é isso.

(Leiam o livro, que é muito bom)

::Filosofado por Rayssa Galvão - 4:04 AM - | ::


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|Tuesday, December 06, 2005|

Eu sei que isso aqui tá meio parado, e que a gente só posta quando a Ray nos ameaça com seus sapatos de salto 15, mas enquanto ela não deletar o blog, continuarei espremendo meu cérebro atrás de assunto. Yay, vamos lá.

Ah é. Boas-vindas ao Pedro, que se juntou ao bando de inúteis que somos nós. =)

Passeando pelo orkut [ele, sempre ele] me deparei com algumas comunidades curiosas... tá bom, "comunidade curiosa" no orkut é quase pleonasmo. Mas esqueçam que eu disse isso, porque estou desviando do assunto principal, que por incrível que pareça, não é o orkut.
Tá, eu dei uma bela enrolada agora. u_u
Então, existem trocentas comunidades dedicadas exclusivamente ao encantador assunto "eu não faço número dois fora de casa". Daí eu comecei a pensar por que existe essa fobia coletiva de fazer suas necessidades diárias fora do aconchego do lar... e chegei à conclusão de que é literalmente uma merda.
Porque parece que todos sabem exatamente o que você está fazendo ali. Todos parecem ter consciência do seu momento de... hun, fragilidade.
Isso e todo aquele papo das mães sobre os germes no assento dos sanitários alheios.

::Filosofado por Paula Donegá - 5:29 AM - | ::


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|Sunday, November 13, 2005|

Oi pessoal.
Alô mamãe!
Eu sou o novo bonequinho de banheiro masculino... Ao que parece aconteceu um... um acidente ao pobre Juliano. Acidentes acontecem. A cada ano mais gente morre escorregando em boxes, gente que gasta com shampoos e condicionadores morre por não comprar o plastiquinho anti-deslizante...
Me estrearei no Filosofia com...
A arbitrariedade das fábricas de cosméticos
E outras cafonices de banheiro

Certa vez vendo uma matéria sobre os anos-50 reparei num detalhe estranho. O shampoo não havia sido inventado. Bem... Eu nunca entendi pra que serviam os xampus. (O leitor relê a palavra estranha mais uma vez e pensa "xampu? O que é isso?") Não... xampu não é um mero abrasileiramento... É como se chamavam os shampoos antes de criarem um bando de frescuras...
Textos de velhos saudosistas começam com "Na minha época..."
Na minha época já se usava xampu... Mas eu me lembro exatamente quando surgiu o Shampoo... Ele surgiu para fazer dupla com o malvado Condicionador... E desde que a dupla dinâmica se juntou pra fazer o trabalho sujo tenho problemas com eles... O agora renomeado Shampoo não era como o antigo Xampu que deixava o seu cabelo limpo e sem feder, o Shampoo só funciona se você comprar o para o seu tipo de cabelo. Ouse comprar um para todos os tipos de cabelo e esculpa uma doninha acima de sua testa! E ainda tem o condicionador... Isso é tudo um grande golpe, uma farsa!
Enquanto isso, no Quartel General da Mega-Corporação-Cosmética:
-Ele é uma ameaça. Facam-no deslizar no box!

::Filosofado por Pedro Bento - 11:45 AM - | ::


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|Monday, October 10, 2005|

Da Série: Livros para se ler cagan... No banheiro


Devo confessar que, na primeira vez que vi o livro do Biajoni, pensei que fosse alguma coisa pornô-barata. Com sexo vulgar e quase sem sentido. Assim, como se o autor fosse um velho sacana que não transou suficiente em vida e decidiu fazer um pseudo-roteiro de filme da Rita Cadilac.
Também tenho que confessar que parei de ler várias vezes, porque não gosto de ler no pc. Porque estava até o nariz de coisas pra fazer. Porque estava com preguiça. Porque não ia ficar lendo uma coisa pornográfica assim, pra todo mundo ver. Enrolei um mês e pouco.
Mas também, quando peguei o livro de jeito, li do começo ao fim em uma partida de futebol na qual o Coritiba perdeu para mais algum time desimportante.
Não tenho palavras para descrever o que pensei quando terminei o livro. A única coisa que sabia é que ele estava além das minhas classificações. Eu estava completamente errada.
Por mais que o título e a capa sugiram isso, "Sexo Anal- uma novela marrom" não é um livro indecente. O importante no livro não é o sexo, mas o fato dele ter sido feito.
Sem se prender demais em descrições (mas descrevendo), Bia mostrou os personagens de um jeito tão vivo, tão rápido, que eu desconfio que eles sejam reais. (O Luís, por exemplo, me lembrou um vizinho que eu tinha em Salvador, que passava a noite inteira ouvindo música alta, mas isso não vem ao caso....) Ficam a cargo da nossa imaginação. Sem falar na situação vivida por eles, que é tão estranha e ao mesmo tempo tão possível, que às vezes fico pensando como foi que essa idéia nasceu no Bia. Como é que ela nasce em alguém. Ela parece uma coisa que acontece, não uma coisa pensada.
Ah, e o final é muito bom. Quando um livro é bom, vai dando uma angústia no fim, porque ta acabando. Nesse livro eu já não sabia se era angústia que eu sentia, ou se era uma vontade de chegar logo lá, pra descobrir quem a Virgínia tinha escolhido, quem? quem? quem... QUEM???
O livro inteiro é bem legal, a história flui e o final não é uma interrompida brusca, como se tivesse que ter mais coisa depois daquilo, pelo amor de deus. O final é a conclusão de uma etapa de transição na vida de 3 ou 4 ou 5 pessoas. Não preciso que o livro continue para continuar existindo, porque o Bia simplesmente plantou os personagens no meu cérebro, então eles continuam lá dentro. As vezes me pego pensando... o que será que aconteceu com a Ana? Então vou e vou e vou e, quando paro, já estou na vigésima geração dela.
Acho que foi um dos poucos -se não o único- livros que li que tratam de uma forma de sexo considerada vulgar sem ser extamente vulgar e sem ter uma voz científica e chata, que dá vontade de dormir.
Eu adorei e recomendo, porque vale a pena.

Como o Bia ainda não publicou o livro, apenas me passou pelo pc, eu não sei como vocês podem consegui-lo. Mas vocês podem ameaçá-lo no blog dele. desde que não o matem, para que ele continue postando regularmente.

::Filosofado por Rayssa Galvão - 10:08 AM - | ::


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|Tuesday, October 04, 2005|

Depois do meu post-enche-liguiça-só-pra-não-dizer-que-não-fiz-nada-ainda, estrearei aqui. \o/
Compartilharei com vocês minha relação com esse cômodo onipresente, onisciente e por que não dizer, polivalente?
Tá, chega de enrolação. u_ú


O Banheiro e Eu.


Quando era uma pequena criança, ir ao banheiro era chato. Eu perdia o tempo da brincadeira, do desenho animado. E ainda seria obrigada a ficar ali, até que minha mãe fizesse o favor de vir ajudar com a higiene pessoal de sua pimpolha. Como as mães em geral negligenciam as urgências dos filhos, achando que nada é tão urgente assim, eu costumava passar uns bons minutos de castigo no troninho.

Então como eu invariavelmente passaria algum tempo ali, comecei a carregar meus livrinhos, para que o ato se tornasse mais agradável. Digamos que passei boa parte da minha infância no banheiro, junto com a coleção do Sítio do Pica-Pau Amarelo, que não acabava nunca.
É, naquela época eu achava a coleção infinita e impossível de terminar.

O tempo foi passando, e minhas estadias foram encurtando. Isso se deve ao fato de não precisar mais esperar pela minha mãe, e por outras mudanças fisiológicas nas quais ninguém está interessado. ~/o/
Mas enfim, o ponto é que não dava mais tempo de ler. Pra ler, é necessário um tempo de adaptação, uma conexão cósmica. Além do mais, é muito chato ter que interromper o raciocínio pra procurar o papel higiênico.

Passei a levar o discman comigo, e transformei o banheiro no meu karaokê particular.
Logo percebi que as músicas rápidas e animadinhas não eram recomendáveis, já que eu tinha vontade de dançar e isso atrapalhava todo o processo. Agora dou preferência às baladinhas românticas, e principalmente música clássica.

Nada como ouvir Bach e contar azulejos pra passar o tempo. ;D

::Filosofado por Paula Donegá - 3:24 PM - | ::


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|Wednesday, September 21, 2005|

Da série: Livros Para Se Ler Cagan... No Banheiro.

Existem livros de todos os tipos, livros bons, livros ruins, livros péssimos, livros fáceis, bonitos, românticos, aterrorizantes, feios e aqueles chatos, chatos e chatos. Existem, também, aqueles livros que tem uma história maravilhosa, tipo O Senhor dos Anéis, mas descrevem tanto tudo, que dão sono.
Em oposto a esses últimos, existem aqueles livros fáceis, que se lê de uma só vez e que a história prende tanto e tanto que não dá pra parar. É ir direto do começo ao fim. Às vezes nem é bom ler um livro desses no banheiro, já que, como não dá pra parar, quando você levanta tem aquela linha enorme na sua bunda, marca do vaso sanitário, e as pernas formigam pela falta de circulação.
Mas um livro bom é para ser lido em qualquer lugar. E não existem poucos livros bons no universo, não vou mentir. Sei que nem todo mundo vai gostar de ler isso, mas tenho que acrescentar um detalhe sórdido: minha bunda deve ter marca fixa.
O livro bom da vez, é "Mulher de um Homem Só" Do Alex Castro. Tenho que confessar que, depois de ouvir algumas críticas ao livro, nem botava muita fé. Parei duas vezes no segundo parágrafo, por pura preguiça. Ler no computador é desgastante.
Até que, um dia, tomei vergonha na cara. A internet tinha caído e interpretei aquilo como um sinal: abri o arquivo e comecei a ler. 45 minutos depois tinha terminado. Devo confessar que não gostei muito do final, que não vou contar. Mas não gostei justamente porque era o final, e o livro é um livro que merece continuar e continuar e continuar, para sempre.
É tão bom, mas tão bom, que eu cheguei a considerar, durante uns 5 minutos, a possibilidade de ir até o Alex Castro, encostar um revolver na cabeça dele e mandar ele continuar falando da Carla, do Murilo, da Raquel, da Júlia, da Júlia e da Júlia.
O único inconveniente é que, como o livro não foi publicado, não tem aonde comprar, mas lá no LLL tem o arquivo disponível para impressão e para ler no PC. É um livro bem curto, é verdade. Mas é um livro com uma história fluente, bom do começo ao fim, com personagens que não falam, gritam. Fazem uma barulhada, uma bagunça. Personagens mais vivos do que eu posso tentar expressar. Personagens REAIS. E tão, mas tão comuns que você se vê um pouco em cada um deles. Eles podem ser qualquer um, podem ser até você. E é isso que eu gosto em livros assim, essa coisa de aproximar a realidade.
Logo no começo do livro, o autor combina com você o seguinte: Leia o livro. Se gostar, vá até a lista de presentes dele do submarino e compre um livro no valor que achar que o livro merece. Alex, se fosse questão de merecimento, eu compraria o livro mais caro da sua lista. Mas sou apenas uma adolescente economicamente inativa , portanto vou comprar um de acordo com as minhas possibilidades.

Vá lá: Mulher de Um Homem Só.

::Filosofado por Rayssa Galvão - 3:45 PM - | ::


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|Os Filósofos|

Bonequinho do Banheiro Masculino:
Pedro Bento
ele ainda não me entregou o perfil. morra, pedro.

Bonequinha do Banheiro Feminino:
Rayssa Galvão
15 anos. Sorvete de menta com chocolate. Saltita e dança no meio da rua. Creme de frango com brócolis. Sonhos vermelhos com cheiro de menta. Gosta de sre sozinha. Liberdade. Prto e roxo e vermelho e verde. Água. Não gosta de Flores de plástico.

Bonequinha do banheiro infantil:
Paula Donegá
Menina saltitante, com tara por quindins e paçocas. De senso de humor duvidoso, canta o dia inteiro e fala sozinha. Tem défict de atenção e problemas de audição. se quiser se certificar de ser ouvido, chame por ela duas vezes no mínimo.

Bonequinha do banheiro de deficientes:
Mônica Ribeiro
Quase criança introvertida. Voz de menina mimada. Quando crescer, vai ser uma adulta enrolada. Mas ela tá achando que não vai crescer nunca, e pergunta ao seu umbigo: isso é bom ou ruim?

|Links|

A Fantástica História de Apollo 11
Biajoni!
Cera Quente
Cultivando Borboletas amarelas
Eu Diria Que
LLL
NCC
O Sorriso do Gato de Alice
Rafael Galvão
Sweet Jane
Tiras
Uaaai?
.Vellocet.
.Vinho



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